🎬 Gostou desta curiosidade?
Confira nossa seleção de produtos para cinema em casa, tecnologia, iluminação LED, gadgets e itens virais que selecionamos especialmente para nossos leitores.
✈️ Siga-nos e não perca nenhum resumo!
No nosso canal do Telegram e no Facebook publicamos resumos de filmes, clips exclusivos e shorts diários. É rápido, gratuito e você fica por dentro de tudo que rola no cinema!
Se você está procurando onde assistir Oblivion (2013) ou quer saber tudo sobre esse espetáculo visual da ficção científica antes de apertar o play, chegou ao lugar certo. Lançado em abril de 2013 e dirigido por Joseph Kosinski, Oblivion é um dos filmes de sci-fi mais ambiciosos e visualmente deslumbrantes da última década, estrelado por Tom Cruise em uma performance intensa e envolvente. Com uma trama que mistura ação, mistério existencial e uma poderosa dose emocional, o longa conquista tanto os amantes do gênero quanto o público mais casual — e após mais de uma década, segue sendo uma das referências do cinema pós-apocalíptico contemporâneo.
Sinopse Completa de Oblivion (2013)
O ano é 2077. A Terra foi palco de uma guerra devastadora travada contra uma raça alienígena chamada Scavs — os Saqueadores. Para vencer o conflito, a humanidade recorreu a bombas nucleares, o que salvou a espécie, mas deixou o planeta contaminado e praticamente inabitável. Os sobreviventes migraram para uma estação espacial chamada TET, de onde controlam operações de extração de recursos vitais ainda existentes na superfície terrestre, enquanto aguardam a migração definitiva para Titã, a maior lua de Saturno.
Nesse cenário desolado, Jack Harper (Tom Cruise) atua como Técnico 49: um reparador de drones responsável por manter operacionais as máquinas que protegem as hidro-plataformas — estruturas que convertem a água dos oceanos em energia de fusão para a nova colônia humana. Ao lado de sua parceira e oficial de comunicação Victoria (Andrea Riseborough), Jack orbita a Terra em uma torre elevada, faltando apenas duas semanas para o fim de sua missão e a esperada partida rumo a Titã.
Mas Jack é atormentado por sonhos vívidos e perturbadores: imagens de uma Nova York pré-guerra, de uma mulher desconhecida, de memórias que parecem reais demais para serem apenas fantasias — especialmente levando em conta que sua memória foi "apagada" há cinco anos por questões de segurança da missão. Enquanto Victoria anseia pela partida, Jack sente uma conexão inexplicável com a Terra destruída. Algo dentro dele se recusa a acreditar que aquele mundo arruinado deixou de ser seu lar.
Tudo muda quando um sinal misterioso atrai até a superfície uma nave espacial antiga — identificada como a Odyssey. Dentro dela, em cápsulas de hibernação, há sobreviventes humanos. A maioria é eliminada pelos próprios drones antes que Jack possa agir. Ele salva apenas uma passageira: Julia Rusakova (Olga Kurylenko). E aqui começa o verdadeiro filme.
Julia carrega uma caixa preta com segredos que viram a narrativa de cabeça para baixo. A TET não é o que parece. Os Scavs não são o que foram descritos. E Jack Harper não é quem pensa que é. Ao cruzar com Malcolm Beech (Morgan Freeman), líder de um grupo de humanos resistentes que sobrevivem escondidos nas zonas radioativas, Jack começa a desmontar peça por peça toda a realidade que lhe foi implantada — e descobre uma verdade que vai muito além de qualquer coisa que poderia imaginar.
Elenco e Produção de Oblivion
Oblivion é uma produção da Universal Pictures em parceria com a Chernin Entertainment, Relativity Media e Radical Studios. O orçamento foi de aproximadamente 120 milhões de dólares, e o filme arrecadou cerca de 287,9 milhões de dólares nas bilheterias mundiais — um desempenho sólido que comprova seu apelo global.
A direção ficou a cargo de Joseph Kosinski, o mesmo realizador de Tron: O Legado (2010) e que viria a dirigir Top Gun: Maverick (2022), também com Tom Cruise. Kosinski criou Oblivion originalmente como uma graphic novel inédita — uma criação completamente original, o que é raro em Hollywood —, e depois adaptou a história para o cinema com roteiro de Karl Gajdusek e Michael DeBruyn.
O elenco é robusto e bem escolhido:
- Tom Cruise como Jack Harper / Técnico 49 — o protagonista em conflito com sua própria identidade
- Olga Kurylenko como Julia Rusakova — a sobrevivente misteriosa que muda tudo
- Andrea Riseborough como Victoria (Vika) — parceira de Jack, fiel à missão até as últimas consequências
- Morgan Freeman como Malcolm Beech — o líder carismático da resistência humana
- Nikolaj Coster-Waldau como Sykes — braço direito de Beech
- Melissa Leo como Sally — a voz distante e inquietante do controle da missão na TET
- Zoë Bell como Kara — membro do grupo de resistência
A fotografia é assinada por Claudio Miranda, vencedor do Oscar por A Vida de Pi (2012), o que explica a beleza visual extraordinária que o filme carrega em cada quadro. As filmagens ocorreram em diversas locações reais — incluindo os campos de lava da Islândia —, combinadas com efeitos visuais de alto nível que criam uma Terra pós-apocalíptica ao mesmo tempo familiar e completamente alienígena.
Análise Crítica: Pontos Fortes, Fracos e Comparações
O que Oblivion acerta com maestria
Visualmente, Oblivion é uma obra-prima. Kosinski cria ambientes que vão do estéril e minimalista ao orgânico e carregado de nostalgia com precisão cirúrgica — e faz os dois parecerem igualmente magnéticos. A torre flutuante de Jack, com sua piscina transparente suspensa sobre as nuvens, é uma das imagens mais memoráveis do cinema de ficção científica dos anos 2010. As locações na Islândia emprestam ao filme uma textura visceral e convincente para um planeta destruído.
A trama também merece crédito por se recusar a ser simples. Diferente de muitos blockbusters de sci-fi que investem apenas na espetacularidade visual, Oblivion trabalha questões filosóficas densas: o que nos faz humanos quando desprovidos de memória? A identidade é construída por experiências vividas ou existe algo mais profundo, mais essencial, que nenhum apagamento pode extirpar? A relação entre Jack e Julia funciona exatamente porque toca nessa ferida.
A trilha sonora, composta pelo grupo francês M83 em parceria com Joseph Trapanese, é outro ponto alto inegável. A música alterna elementos eletrônicos com camadas orquestrais, criando uma atmosfera ao mesmo tempo futurista e melancólica que potencializa cada cena. A faixa-título, com a cantora norueguesa Susanne Sundfør, é um dos encaixes mais perfeitos entre música e imagem do cinema daquela época.
Onde o filme tropeça
A crítica mais recorrente em relação a Oblivion é a de que o roteiro bebe de fontes muito conhecidas sem sempre conseguir superá-las. Elementos de filmes como 2001: Uma Odisseia no Espaço, WALL-E, A Identidade Bourne, Moon e até O Planeta dos Macacos são perceptíveis para espectadores mais atentos. Para quem consome muito sci-fi, alguns plot twists podem soar anunciados.
Há também quem aponte certa frieza emocional na performance de Tom Cruise nos momentos mais íntimos do filme — embora, no contexto narrativo de um personagem com memória apagada e identidade fragmentada, isso talvez seja intencional e coerente.
Comparações com outros filmes do gênero
Oblivion se encaixa num seleto grupo de ficções científicas dos anos 2010 que priorizam atmosfera, filosofia e construção de mundo em detrimento de ação pura: filmes como Gravity (2013), Interestelar (2014) e Ex Machina (2015). Dentro dessa categoria, Oblivion destaca-se pela beleza estética e pela emoção do clímax final — uma das despedidas mais corajosas e poéticas do cinema popular recente.
Curiosidades e Bastidores de Oblivion
- Origem na graphic novel: Diferente da maioria dos blockbusters de sci-fi, Oblivion não é adaptação de um livro publicado nem de uma franquia existente. Joseph Kosinski criou a história como uma graphic novel que nunca chegou a ser lançada antes do filme — a produção cinematográfica veio antes da publicação em quadrinhos.
- Dois "Jacks" seguidos: Em Oblivion, Tom Cruise interpreta um personagem chamado Jack — o mesmo nome do protagonista de Jack Reacher: O Último Tiro (2012), seu filme imediatamente anterior. Era a segunda vez consecutiva que ele dava vida a um personagem com esse nome.
- Led Zeppelin na Terra pós-apocalíptica: Em uma cena emblemática, quando Jack chega ao seu refúgio secreto à beira do lago, a música que toca ao fundo é "Ramble On", clássico do Led Zeppelin lançado em 1969. A escolha não é acidental — reforça a conexão emocional do personagem com um passado humano que lhe foi roubado.
- A trilha sonora do M83: Joseph Kosinski tem o hábito de contratar bandas icônicas para compor a trilha de seus filmes em vez de compositores tradicionais de Hollywood. Em Tron: O Legado, escolheu o Daft Punk. Em Oblivion, apostou no M83 — especificamente em Anthony Gonzalez, que se uniu a Joseph Trapanese para criar uma partitura que combina eletrônico e orquestral de forma única. Segundo o próprio diretor, o som do M83 combinava melhor com a melancolia épica do filme do que o estilo mais dançante do Daft Punk.
- Filmagens na Islândia: Boa parte das cenas externas foi filmada nas paisagens vulcânicas da Islândia, que naturalmente evocam um planeta destruído sem necessidade de grandes intervenções digitais. A textura rochosa e desolada do país nórdico foi essencial para dar autenticidade visual ao cenário pós-apocalíptico.
- IMAX foi a opção ideal: Kosinski planejou o filme para ser visto em IMAX, o que explica a escala grandiosa das composições visuais. A experiência em tela grande amplifica consideravelmente o impacto emocional das cenas de paisagem.
- Fotografia premiada: Claudio Miranda, responsável pela fotografia do filme, havia acabado de ganhar o Oscar por A Vida de Pi quando foi contratado para Oblivion. A qualidade luminosa do trabalho dele é imediatamente perceptível em cada quadro.
- Bilheteria expressiva: Com orçamento de 120 milhões de dólares, o filme arrecadou quase 288 milhões globalmente, tornando-se um sucesso de bilheteria considerável, especialmente nos mercados internacionais.
- Referências literárias no roteiro: O poema citado ao longo do filme — "Como pode um homem ter melhor morte / que enfrentar a temerosa sorte / pelas cinzas de seus pais / e os templos de seus Deuses" — é uma adaptação das Lays of Ancient Rome, do historiador britânico Thomas Babington Macaulay, publicadas em 1842. A escolha reforça o tema central do filme: o que vale a pena sacrificar em nome de algo maior que si mesmo.
Por Que Você Precisa Assistir Oblivion?
Existem filmes que entretêm. Existem filmes que impressionam. E existem aqueles raros que fazem os dois ao mesmo tempo enquanto plantam uma pergunta incômoda que você leva para casa. Oblivion pertence a essa terceira categoria.
Primeiro, a experiência visual é genuinamente inesquecível. Kosinski construiu um mundo pós-apocalíptico que não é nem caótico nem sujo — é silencioso, quase sereno, o que o torna ainda mais perturbador. Há uma beleza melancólica na Terra destruída de Oblivion que poucos filmes do gênero conseguem reproduzir.
Segundo, o roteiro recompensa quem presta atenção. Os primeiros 40 minutos parecem simples, quase lentos para os padrões de blockbuster — e são exatamente esse ritmo e esse silêncio que tornam o segundo ato devastador. Quando as revelações chegam, chegam com peso real porque o filme se deu ao trabalho de construir um personagem antes de desconstruí-lo.
Terceiro, o encerramento. Sem entregar spoilers além do que a própria sinopse deixa subentendido, o clímax de Oblivion é um dos mais corajosos do cinema popular dos anos 2010 — uma despedida que usa a poesia como arma e deixa o espectador em silêncio por alguns segundos antes de os créditos rolarem. Poucas produções de grande orçamento se permitem esse tipo de desfecho.
Por fim, a trilha sonora do M83 transforma a experiência de uma exibição em algo próximo de um concerto. Ouça com fones de ouvido de qualidade ou em um bom sistema de som e perceba como a música amplifica cada emoção do personagem.
Se você aprecia filmes que desafiam sua percepção de identidade e realidade, que combinam espetáculo com substância, e que saem da fórmula dos blockbusters de ação típicos — Oblivion é leitura obrigatória no catálogo de sci-fi.
Disponível nas Plataformas
Confira abaixo as principais opções para assistir Oblivion online agora mesmo. O filme está disponível para assinatura, aluguel e compra nas plataformas abaixo:
Dica: Verifique a disponibilidade na sua região, pois o catálogo das plataformas de streaming pode variar. O filme também pode ser encontrado para aluguel ou compra digital nas lojas da Apple TV e Google Play Movies.
Conclusão: Onde Assistir Oblivion (2013) Vale a Pena?
Com certeza absoluta: sim. Onde assistir Oblivion (2013) é uma questão com resposta fácil — o filme está acessível em múltiplas plataformas —, mas a pergunta mais importante é outra: por que você ainda não assistiu? Quase doze anos depois de seu lançamento, Oblivion permanece como um dos exemplares mais refinados do cinema de ficção científica contemporânea. A direção competente e visualmente audaciosa de Joseph Kosinski, a performance comprometida de Tom Cruise, a beleza fotográfica de Claudio Miranda e a trilha sonora do M83 se somam para criar uma experiência que vai muito além do entretenimento padrão.
É um filme sobre memória, identidade, amor e sacrifício — temas universais embrulhados em um dos cenários pós-apocalípticos mais belos já fotografados para o cinema. Se você ainda não viu, faça disso sua próxima sessão. Se já viu, talvez seja hora de rever com novos olhos. E se quiser continuar recebendo análises, resumos e novidades do melhor do cinema, não esqueça de comentar aqui embaixo o que achou do filme, compartilhar este artigo com quem também ama ficção científica, e nos seguir nas redes para não perder nada!
✈️ Siga-nos e não perca nenhum resumo!
No nosso canal do Telegram e no Facebook publicamos resumos de filmes, clips exclusivos e shorts diários. É rápido, gratuito e você fica por dentro de tudo que rola no cinema!
Comentários
Postar um comentário